sexta-feira, 7 de novembro de 2014

HISTÓRIA DO BIQUÍNI






O biquíni foi inventado pelo estilista francês Louis Réard ao qual lhe deu o nome de o pequeno atol no Pacífico. Não é ao acaso que a conceituada editora de moda Diana Vreeland (1903-1989) disse uma vez que o biquíni “é a invenção mais importante deste século (20), depois da bomba atómica”. O lançamento do primeiro biquíni foi em 26 de Junho de 1946. Embora houve-se uma grande animação e motivação em torno do lançamento do biquíni, este não teve a saída que se esperava, tinha como padrão folhas de jornal e naquela época foi considerado um escândalo, de tal maneira que nenhum modelo o quis patrocinar a excepção da stripper Micheline Bernardini.



Na década de 50 as grandes divulgadoras do biquíni foram as atrizes de cinema americano e as pin-ups. Em 1956, a francesa Brigitte Bardot eternizar o traje no filme “E Deus Criou a Mulher”, ao usar um modelo xadrez vichy.





 O biquíni só começou a ser usado no Brasil no final da década de 50 por vedetas como Carmem Verônica e Norma Tamar, que juntavam multidões nas areias em frente ao Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Só a partir dai e que o biquíni passou a fazer historia nas passerelles década de 60, o designer norte-americano Rudi Gernreich deixo de lado a parte superior do biquíni fazendo surgir o topless, tornando este traje ainda mais ousado embora esta moda tenha sido mais usada nas praias europeias chegando mesmo a ser proibida nas piscinas publicas do brasil.foi também nesta época que surgiu o chamado triquini, de frente parecia um fato de banho com um tira a ligar a parte de cima a parte de baixo mas de trás parecia um autentico biquíni. Mas foi no início dos anos 70, que foi produzido um modelo de biquíni ainda menor, a tanga e na entrada dos anos 80 a asa-delta seguida do fio dental que passou a favorito das raparigas jovens. Nos anos 90, a moda de praia tornou-se ainda mais importante começando a surgir mais tipos de vestuário e acessórios como a saída de praia, as malas coloridas, os chinelos, óculos, chapéus e toalhas. 








Os modelos foram triplicando e com a ajuda da evolução tecnológica foram criados tecidos mais apropriados e de melhor qualidade para o banho no mar e na piscina. O Brasil é o país que sem dúvida mais produz e consome biquínis. Este ao longo dos anos evoluiu em tecnologia e modelagem ao longo dos anos. O biquíni brasileiro é conhecido e reconhecido internacionalmente, pois tem um estilo mais ousado, tem melhor qualidade e modelos mais criativos, que os diferencia dos outros fabricados produtores. O Brasil tem um grande a vontade neste sector devido ao clima do pais e pela extensão do litoral que tem mais de 7 mil km de praias o que explica ser este o pais lançador mundial de tendências de moda de praia.

Foto: Reprodução
Fonte:http://evolucaodamoda.weebly.com
Escrito Por: Feito por: Ana Ferreira

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

VAMOS PAGAR MENOS





No ano passo, a M.A.C deu a largada entre as marcas de beleza de olho nos preços mercado nacional e reduziu os valores de quase toda a sua linha de maquiagem à venda no Brasil. A canadense programou uma nova redução, que fica valendo a partir do dia 27/10. Os esmaltes, que antes custavam R$ 59, agora saem por R$ 39. Ninguém fala oficialmente do assunto, mas a intenção é fazer com que as consumidoras de M.A.C comprem os seus produtos por aqui em vez de trazê-los de fora.

No último mês, a Sephora também anunciou que os produtos da Sephora Collection estão mais baratos. A ideia é tornar a marca ainda mais competitiva no Brasil e aproximar os seus valores aos das marcas daqui. A linha tem mais de 250 itens à venda nas lojas brasileiras e alguns preços ficaram realmente convidativos. Os batons Rouge Cream, por exemplo, caíram de R$ 59 para R$ 39. E os lápis coloridos para os olhos podem ser encontrados por R$ 19.


Clinique é outra marca que está a fim de reduzir seus valores em solo nacional. “Estamos fazendo alguns testes de preço no Brasil”, contou a Bruna Santos, diretora de marketing da Clinique, durante o lançamento dos batons Long Last Soft Matte, que desembarcam por aqui custando R$ 66. Os outros batons da marca ficam entre R$ 79 e R$ 84 e a intenção é que, no fim das contas, o preço de todos eles seja reduzido. “A Clinique quer reforçar a categoria de maquiagem no país e também deixar os preços mais justos em relação aos praticados nos EUA.”







No mundo das modas, a Repetto anunciou o lançamento de um e-commerce em novembro e também um reajuste nos valores. A partir de agora, as sapatilhas mais famosas do mundo passam a ter os mesmos valores da França, que variam entre R$ 689 e R$ 710. Segundo a marca, eles descobriram que as brasileiras são a segunda nacionalidade mais presente na loja que fica na Rue de la Paix, em Paris. Só perdemos para as chinesas. Michael Magnin, dono da marca por aqui, ainda lembra que somos as únicas que podem contar com a facilidade de parcelar os sapatinhos.



Fotos: Reprodução
Fonte: http://juliapetit.com.br

terça-feira, 23 de setembro de 2014

COMO ERAM AS VESTES NA ERA RENASCENTISTA

A Era Renascentista abrange aproximadamente as datas de 1425 a 1580. Dentro desse período, houveram variações de estilo, pois cada país tinha sua moda. O texto abaixo foca nas características da moda na Inglaterra sob o reinado da Dinastia Tudor. A Era Tudor começou em 1485 e foi até 1603, na Inglaterra e a Moda da Era Elizabetana  durou de 1558 a 1603.
A roupa típica da mulher no início do século 16 consistia num vestido longo com saia em forma de cone e cauda sobre uma bata e uma camisola de linho junto à pele. A saia poderia ter uma fenda para mostrar uma anágua decorativa. O corpete possuia decote quadrado, adornado com laços de fitas finas e jóias. As mangas eram amplas e bem largas no pulso, exibindo uma segunda manga trabalhada anexa à bata. A cintura alta descia gradualmente até a natural. Uma variedade de chapéus, toucas, véus, capuzes, redes de cabelo e outros acessórios eram usados na cabeça, com fortes variações regionais. Os calçados eram rasteiros e de bico quadrado.

Por volta de 1550 a camisola de linho foi descartada, a cauda caiu em desuso e o corpete e a saia tornaram-se vestuários independentes. As mulheres eram encaixadas dentro de complexas gaiolas feitas de arame, ossos da baleia e tecido, as chamadas farthingales, e suas roupas eram colocadas sobre essa peça. As saias continuavam a ter uma fenda para mostrar as anáguas cada vez mais decoradas. As mangas tornaram-se apertadas do pulso até o cotovelo, com ombros bufantes e/ou aberturas exibindo inserções coloridas. Cintos de tecido ou corrente eram usados com um pingente, bolsa ou livro de oração suspenso da altura da cintura até o joelho. A cor predominante no dia-a-dia era o preto. Veludos, brocados e sedas combinados a pérolas, rubis, diamantes e outras pedras preciosas passeavam pela Europa. Começam aparecer as blusas de gola alta e decotes preenchidos por peças de linho bordadas.


O final do século foi caracterizado por uma opulência maior no que se refere ao vestuário. Os rufos cresceram em tamanho e popularidade e a descoberta do amido, por uma mulher holandesa, fez com que as golas pudessem ser levantadas vários centímetros. Esse período foi também marcado pelo expansivofarthingale francês, o preferido da Rainha Elizabeth I, e pela cintura frontal em forma V. Os corpetes tinham gola alta ou um decote quadrado abloqueadonte. Os leques dobráveis apareceram substituindo os leques estáticos de penas de avestruz.



Já a roupa masculina consistia de uma camisa de linho (chemise), gibão com ombros almofadados com diversos tipos de gola, mangas da chemise expostas, calças, meias, um casaco que poderia ir até ao joelho e um tipo de capa que era aberta na frente e de mangas curtas que podiam ir até o tornozelo e posteriormente até os joelhos presas ao ombro.
Mais pro fim do reinado de Henrique VIII, entrou em voga uma silhueta rígida fazendo com que as roupas fossem encorpadas com enchimentos de trapos, feno e outros resíduos; também começou a surgir a gola que viria a se tornar o rufo. Como acessórios, chapéus achatados e largos ou com borda arredondada e calçados pontudos que depois passaram a ter forma arredondada e quadrada, com sola baixa. Botas  eram usadas para montar a cavalo.
No período Elizabetano, os homens usavam gibão, camisa com colarinho e pulsos com babados, gola em rufo que se tornou gigantesco na década de 1580, jaqueta sem manga,  meias e calças; a capa era indispensável e tinha formato cônico. Acessórios: chapéu, sapato arredondado ou botas que começavam a ter saltos e eram justas e até a altura das coxas. Cabelos curtos penteados para trás, barba era comum.



 



Fonte: http://picnicvitorianocwb.com
Fotos: Reprodução
Pesquisa de trajes femininos por Denair Kalb. Email: dnrkalb@gmail.com
Revisão Textual de trajes femininos por Dalilla Freitas. Email: neo_sun_mage@hotmail.com
Introdução e Trajes Masculinos por Sana, autora do Blog Moda de Subculturas 




quinta-feira, 18 de setembro de 2014

CABELO BAGUNÇADO

Se o seu cabelo acordou meio bagunçado ou você está sem tempo para arrumar, use e abuse de acessórios! De tiaras e lenços até grampos de cabelo, os acessórios podem ajudar e muito em um bad hair day. Tiaras e arcos são super práticos para resolver uma franja rebelde, já os lenços lidam com cabelos curtos que não se ajeitam jamais!






Fotos Reprodução

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

NO VERÃO O MELHOR É FAZER UM COQUE

O que vai dar na sua cabeça nesse verão. Coques de todos os modelos...
O coque aparece no topo da lista das tendências para o verão. O penteado foi um dos hits apresentados pelas grifes brasileiras na 37ª edição da SPFW, que terminou na última sexta-feira, na capital paulista. Marcas como Água de Coco, Adriana Degreas, Alexandre Herchcovitch e Patrícia Motta investiram nos fios presos para compor um look prático e confortável. E mais: o estilo serve tanto para ir à praia ou um coquetel no fim do dia.










Fotos: Reprodução
Fonte: ego